Itamaraty se pronuncia duas semanas após atentado a bomba ao Consulado chinês
Ministério das Relações Exteriores afirmou em nota que "todos os esforços serão empregados para elucidar o caso" do ataque a bomba à sede do Consulado da China no Rio de Janeiro. Atentado aconteceu no dia 6 de setembro e suspeito foi filmado por câmeras de segurança
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Sputnik - Após duas semanas em silêncio, o Ministério das Relações Exteriores afirmou em nota que "todos os esforços serão empregados para elucidar o caso" do ataque a bomba à sede do Consulado da China.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou uma nota sobre o ataque a bomba à sede do Consulado da China no Rio de Janeiro duas semanas após o incidente.
Na quinta-feira (30), o Itamaraty afirmou que "recebeu com satisfação" a informação de que as investigações sobre o atentado "estão sendo conduzidas com celeridade e presteza".
A pasta completa que "todas as representações diplomáticas e consulares da China e às demais missões estrangeiras acreditadas junto ao governo brasileiro que todos os esforços serão empregados para elucidar o caso e levar o responsável ou responsáveis à Justiça, e também para proteger a segurança do corpo diplomático e consular acreditado no Brasil".
Ataque ao Consulado
O atentado ocorreu em 16 de setembro e foi filmado por câmeras de segurança do prédio do Consulado da China no Rio de Janeiro. As imagens mostram um homem, vestido de casaco preto e máscara, arremessando um artefato explosivo contra o prédio. Ninguém ficou ferido.
O Consulado pediu em 18 de setembro uma investigação minuciosa e punição do responsável por atirar um artefato explosivo contra a sua sede.
O caso foi apresentado à Polícia Federal, mas foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247