Iphan avalia propor que terroristas paguem restauro de prédios e obras destruídas no levante fascista de Brasília
O Iphan também pode propor que os omissos paguem pelos danos, segundo o presidente do órgão, Leandro Grass
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247 - O Iphan avalia a possibilidade de fazer com que os terroristas bolsonaristas paguem o restauro dos prédios e obras destruídas no último domingo (8), quando os delinquentes invadiram as sedes dos três poderes, em Brasília. A informação é do novo chefe do órgão, Leandro Grass, do Partido Verde, que falou à Folha de S. Paulo.
"A gente tem várias possibilidades [de conseguir verba], tanto do Estado quanto de parcerias. Algumas instituições já se conectaram conosco, como bancos, fundações, a Unesco", afirmou Grass. "Seria também interessante, por óbvio, que a gente tivesse, a partir das responsabilizações, o ressarcimento de alguns atores que foram protagonistas em termos de ação ou omissão diante disso tudo."
Um relatório preliminar sobre o estrago deixado pelos terroristas deve ser divulgado nesta quinta-feira (12).
Os terroristas bolsonaristas que invadiram as sedes dos três poderes destruíram obras de arte e artefatos históricos. Entre as obras danificadas, estão:
- O quadro "Mulatas" (1962), de Di Cavalcanti, esfaqueada pelo menos cinco vezes. Ela tem o valor estimado em até R$ 20 milhões;
- O relógio de Balthazar Martinot, datado do Século 17, um presente da Corte Francesa para Dom João VI;
- A escultura "Bailarina" (1920), de Victor Brecheret, arrancada de seu suporte na Câmara dos Deputados. A peça de bronze, de 70cm de altura e esculpida na década de 1920, foi recuperada e recolocada no lugar, nesta quarta-feira (11). A peça havia sido separada da sua base ao ser derrubada.
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