Investigado pela CPI, dono da Precisa teria dado calote de R$ 8 mi em fundo de pensão da OAB
OABPREV-RJ solicitou a apreensão de bens do empresário e de uma de suas empresas, a Rompro, que estaria envolvida no calote
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247 - Investigado pela CPI da Covid, o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, também está sendo processado pela OABPREV -RJ, sob a acusação de ter dado um calote da ordem de R$ 8 milhões no fundo de Previdência da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio de Janeiro (OAB-RJ).
De acordo com reportagem do blog do jornalista Octávio Guedes, no G1, a OABPREV-RJ pediu que a Justiça determine a apreensão de bens do empresário e de uma de suas empresas, a Rompro, que estaria envolvida no calote. Maximiano também é acusado de ter recebido R$ 20 milhões do Ministério da Saúde sem entregar os medicamentos contratados pela pasta.
A reportagem aponta que em 2015, a gestora responsável pela OAB-PREV investiu em debêntures da Rompro Participações S.A, que tem Maximiano como um dos sócios. “Pelo contrato, a Rompro retornaria o investimento para a OAB-PREV Rio em 108 parcelas mensais, com o primeiro pagamento em março de 2016 e o último previsto para 2025. Mas, segundo o Fundo de Pensão dos Advogados do Rio, as parcelas não têm sido pagas pela Rompro desde março de 2018”, destaca o texto.
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