Internautas reagem ao ato de intolerância religiosa praticado durante “Marcha para Jesus”: “queremos um Brasil macumbeiro”

A hashtag #macumbeiro é a mais comentada do Brasil na rede social Twitter

(Foto: Gisele Federicce)


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247 - A hashtag #macumbeiro é a mais comentada do Brasil na rede social Twitter nesta terça-feira (13), após um ataque de intolerância religiosa praticado durante “Marcha para Jesus” vir à tona, através das palavras de um dos organizadores do evento, o apóstolo Estevam Hernandes.

"Nos próximos anos, o Brasil será o maior país macumbeiro do mundo ou maior país mais evangélico do mundo?", perguntou o apóstolo aos mais de 2 milhões de presentes.

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A reação foi imediata e internautas se revoltaram com a postura de intolerância praticada à luz do dia. 

Uma das figuras públicas que criticou a postura do apóstolo foi a chef de cozinha Paola Carosella, que respondeu que prefere um Brasil “macumbreiro” em uma postagem no Twitter do Brasil 247.

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O ex-deputado estadual Átila Nunes (PSD-RJ) acionou o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) na última sexta-feira por crime contra o sentimento religioso. De acordo com o ex-deputado e advogado, que concedeu entrevista ao jornal O Globo, casos como esse ferem a liberdade religiosa no país, garantida pela Constituição Federal, e se sobrepõem à liberdade de expressão.

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Vale destacar que intolerância religiosa é crime. O Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei 2.848/1940), em seu artigo 208, estabelece que é crime “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

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