Insatisfeito, Bolsonaro quer Queiroga 'mais radical'

Sem poder demitir o diretor-presidente da Anvisa, Jair Bolsonaro estaria pressionando o ministro da Saúde para adotar uma posição “mais radical” em defesa do tratamento precoce e contra o passaporte da vacina

Marcelo Queiroga e Jair Bolsonaro
Marcelo Queiroga e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)


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247 - Jair Bolsonaro (PL) vem demonstrando uma insatisfação crescente com atuação do médico Marcelo Queiroga à frente do Ministério da Saúde. De acordo com o blog da jornalista Andréia Sadi, no G1, Sem poder demitir o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, que deverá ficar no cargo até 2024, o ex-capitão estaria pressionando Queiroga para adotar uma posição “mais radical” em defesa do tratamento precoce - que utiliza remédios sem eficácia científica comprovada - contra a Covid-19.

Segundo a reportagem, Bolsonaro quer que o ministro da Saúde “saia de cima do muro” e defenda o seu posicionamento contrário à vacinação e adoção do passaporte da vacina. “Queiroga, segundo relato de uma fonte do Planalto, ‘nunca defendeu com ênfase’ a ideia do presidente, pois, como médico, também quer agradar a comunidade científica”, destaca Sadi.

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Ainda de acordo com ela, apesar do desgaste, auxiliares ligados ao Planalto dizem que Queiroga não deve ser substituído no curto prazo, “mas afirmam que o tema passou a ser tratado nos bastidores até porque Queiroga quer se candidatar em 2022, e precisará deixar o cargo em abril”.

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