Inquérito da PF que apura fogo no Pantanal aguarda laudos há 3 meses
Operação que investiga responsáveis por queimadas que arrasou a região depende de perícias em celulares e computadores que, segundo jornal, ainda não foram entregues
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Revista Fórum - Três meses e meio depois de a Polícia Federal (PF) desencadear uma operação para investigar os responsáveis pelo fogo que consumiu o Pantanal ao longo de 2020, laudos periciais requisitados na época ainda não estão prontos.
Com isso, o inquérito instaurado depois da Operação Matáá – “fogo” no idioma guató –, deflagrada em 14 de setembro, ainda não conseguiu apontar nenhum responsável. Segundo reportagem de Leandro Prazeres, em O Globo, publicada neste domingo (3), a PF considera tais laudos fundamentais para dar continuidade às investigações.
A operação mirava cinco fazendeiros da região. A suspeita é que os proprietários rurais realizaram queimadas em uma espécie de “Dia do Fogo”. Computadores e celulares foram apreendidos na ocasião. Os equipamentos foram enviados para a perícia, mas a análise não ficou pronta. Na época da operação, a PF informou que iria analisar mensagens trocadas entre ruralistas para averiguar essa questão.
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