Governo vai editar nova MP sobre vacinas e quer incluir termo de consentimento

A proposta prevê colocar a previsão do termo de responsabilidade, uma espécie de consentimento de quem for vacinado

Bolsonaro e vacina
Bolsonaro e vacina (Foto: Reuters)


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247 - Enquanto passa o tempo negando a pandemia do novo coronavírus, dizendo que a pandemia já acabou e que vacinas podem transformar as pessoas em jacarés, Jair Bolsonaro decidiu editar uma Medida Provisóriapara mudar o processo de aquisição de vacinas contra a coronavírus.

De acordo com reportagem da CNN, em reunião realizada nesta segunda-feira (28), antes de viajar a Santos, em que participaram o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o governo decidiu incluir nela os dispositivos legais que permitam fechar finalmente os acordos com as farmacêuticas.

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A proposta também prevê colocar a previsão do termo de responsabilidade, uma espécie de consentimento de quem for vacinado.

Na MP que liberou R$ 20 bilhões para compra de vacinas, assinada no dia 17 de dezembro, Bolsonaro queria ter incluido o dispositivo, mas não o fez por temer eventuais ações contra a União. Na MP 1003, que tratava de vacinas, a medida foi incluída, mas os parlamentares rejeitaram a inclusão.

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O governo trabalha com a ideia de que a vacina da Pfizer será usada apenas para o estarete da vacinação, mas que o maior volume de aquisições será do Instituto Butantan (Coronavac) e da Fiocruz (Astrazeneca).

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