General Amaro diz que general Heleno desconstruiu a institucionalidade do GSI

Novo ministro do GSI afirma que pediria reforços diante da ameaça dos atos violentos de 8 de janeiro

General Marcos Antonio Amaro, ministro do GSI
General Marcos Antonio Amaro, ministro do GSI (Foto: Agência Brasil)


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247 - O general Marcos Antonio Amaro, novo ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), diz em entrevista à Folha de S.Paulo que os processos e sindicâncias em curso vão apontar com clareza as responsabilidades sobre a ação do ministério diante dos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele considera que a falha na segurança não ocorreu apenas no GSI, foi mais ampla. Mas diz que, se estivesse no cargo, teria pedido reforços em face dos indícios de que ocorreriam atos violentos.

Questionado pela reportagem se ao receber mensagem sobre a possibilidade de manifestação violenta chamaria reforço, diz que sim: "Eu pessoalmente sim, se eu tivesse conhecimento e convicção de que essas informações são válidas, uma avaliação de risco bem feita. Tenho que ter confiança no meu sistema. Eu, pessoalmente, faria [pediria reforços]. 

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Amaro critica a gestão do GSI pelo general Augusto Heleno: "O GSI sempre teve um papel muito institucional. Eu tenho uma opinião pessoal de que essa institucionalidade foi arranhada, vamos dizer assim, quando houve manifestação política, anterior até mesmo ao chefe que veio para cá, para o Gabinete de Segurança Institucional” (...) “O general Heleno já estava há dez anos fora. Quando veio para cá, já veio com essa carga política, já tinha feito campanha para Bolsonaro. Ou seja, ele veio realmente já assim desconstruindo um pouco essa institucionalidade que tem o GSI”.

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