Generais Braga Netto e Eduardo Ramos fomentaram demissão do general Fernando Azevedo do Ministério da Defesa

Mudança de ministro da Defesa foi alimentada por críticas venenosas de Braga Netto e Eduardo Ramos a Fernando Azevedo

Forças Armadas e o ministério da Defesa
Forças Armadas e o ministério da Defesa (Foto: Abr)


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247 - A decisão de Jair Bolsonaro de demitir o general Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa foi resultado, entre outros fatores, de críticas feitas a ele pelos generais palacianos de Braga Netto e Eduardo Ramos que teriam envenenado o presidente, que já estava insatisfeito com a pasta.

Informações de bastidores dão conta de que os dois divergiam de Azevedo e Silva em relação à entrada de militares no governo. Enquanto o ex-ministro da Defesa defendia que militares ocupassem apenas cargos nas Forças Armadas e no GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto e Eduardo Ramos defendem ainda mais militares no governo. Segundo um ministro, eles não podem ver um cargo vago que já indicam um militar para ocupar, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.

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