Generais blindam comandante do Exército e rejeitam abrir crise por diretriz sobre vacinação de militares

Alto comando destaca que as diretrizes foram atos burocráticos e que não possuem força para afetar as relações entre Jair Bolsonaro e os militares

(Foto: Reuters)


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247 - O alto comando do Exército avalia que o documento do comandante da Força, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, determinando que os  militares se vacinem para a volta presencial aos seus postos e proibindo a divulgação de fake news sobre a Covid-19, não abriu uma crise com o Palácio do Planalto. 

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o alto oficialato destaca que as diretrizes foram atos meramente burocráticos e que não possuem força para afetar as relações entre Jair Bolsonaro e o alto comando. Além disso, a cúpula militar teria atuado para blindar o general “após o ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, entrar no circuito”.

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Braga Netto teria sido o responsável por levar as insatisfações de Bolsonaro - que se posiciona contra as medidas adotadas pelo comandante-geral do Exército -  aos militares, embora não tenha havido a exigência da  elaboração de uma nota pública sobre o assunto.”Uma nota alimentaria uma crise que, na visão de generais do Alto Comando, não existia nem deveria existir”, ressalta a reportagem. 

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