Garimpo ignora pandemia e avança 30% na Terra Indígena Yanomami em 2020
No total, o garimpo ilegal já destruiu o equivalente a 2,4 mil campos de futebol em todo o território. Pouco ou quase nada se fez para conter os invasores, que já beiram os 20 mil na região.
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Com governo Bolsonaro e seu ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, que age em defesa da destruição das riquezas naturais brasileiras, o Brasil afunda na degradação ambiental.
Segundo reportagem do jornal O Globo, em 2020, em plena pandemia, a Terra Indígena Yanomami, localizada entre os estados do Amazonas e Roraima, seguiu com sua floresta derrubada, seu solo retalhado e os rios contaminados por mercúrio, enquanto os garimpeiros se multiplicavam por suas bacias trazendo malária, Covid-19 e violência.
Essa é a realidade da maior reserva indígena do país e vem à luz agora com o relatório “Cicatrizes na Floresta: a evolução do garimpo ilegal na TI Yanomami” a ser divulgado nesta quinta-feira, e que aponta para um avanço de 30% da atividade garimpeira, com 500 hectares devastados de janeiro a dezembro.
A reportagem ainda acrescenta que, no total, o garimpo ilegal já destruiu o equivalente a 2,4 mil campos de futebol em todo o território. Pouco ou quase nada se fez para conter os invasores, que já beiram os 20 mil na região.
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