Flávio Bolsonaro acusa Randolfe de sete crimes e pede a Aras a apreensão do celular do parlamentar

Flávio Bolsonaro acusa Randolfe Rodrigues, um dos coordenadores da campanha de Lula, de promover uma suposta perseguição contra Jair Bolsonaro

Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro
Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado | Jefferson Rudy/Agência Senado)


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247 - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), um dos coordenadores da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pediu ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que solicite ao Supremo Tribunal Federal (STF) a apreensão do celular do também senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e que ele seja impedido de usar as redes sociais. 

De acordo com o jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, na notícia-crime protocolada na PGR no dia 8 de setembro, Flávio acusa Randolfe de sete crimes relacionados a uma suposta perseguição contra Jair Bolsonaro (PL), sendo cinco deles estariam tipificados no código penal e os outros dois no código eleitoral.

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Os supostos crimes listados pelo parlamentar e que teriam sido cometidos por Randolfe são os de usurpação de função pública, denunciação caluniosa, comunicação falsa de crime, fraude processual, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, divulgação de fatos inverídicos no período de campanha eleitoral e instauração de incidente investigativo infundado com finalidade eleitoral.

Ainda segundo a reportagem, a ação destaca que Randolfe estaria disseminando “‘falsas alegações de ilícitos com o inequívoco propósito de enfraquecimento do Estado Democrático de Direito’. Essas ações movidas por Randolfe versam sobre diferentes temas e vão desde a atuação de Bolsonaro na pandemia até a suposta interferência na Polícia Federal”.

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 O parlamentar alega, ainda, que o fato do senador da Rede ser um dos coordenadores da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “retira-lhe a isenção" e “descortina o real objetivo de todas as temerárias notícias-crime”.

Aras e a subprocuradora-geral, Lindôra Araújo, são alvos de duras críticas pelos seguidos arquivamentos de processos envolvendo Jair Bolsonaro. Segundo a oposição, a PGR vem atuando de forma constante para blindar o atual ocupante do Palácio do Planalto e seus aliados de denúncias que os atingem diretamente. 

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