FHC rifa PSDB e diz que aceita qualquer um “contra os extremos”
Líder do golpe de 2016, que matou a democracia no Brasil para implantar o programa do PSDB e garantir a entrega do pré-sal às petroleiras internacionais, o ex-presidente voltou a sinalizar que pode se omitir mais uma vez, caso o Brasil tenha que optar novamente entre a social-democracia de Lula e o fascismo de Jair Bolsonaro
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247 - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu entrevista à jornalista Rachel Sheherazade no Portal Metrópoles na qual, como líder do golpe de 2016, que matou a democracia no Brasil para implantar o programa do PSDB e garantir a entrega do pré-sal às petroleiras internacionais, voltou a sinalizar que pode se omitir mais uma vez, caso Brasil tenha que optar novamente entre a social-democracia de Lula e o fascismo de Jair Bolsonaro.Na entrevista, FHC afirmou que Lula “pode não ser extremista, mas ele significa uma ligação de um passado que já passou” e que Bolsonaro “é um presidente que já morreu… Não morreu, está vivo. Mas é um presidente que eu não gosto”.
Questionado sobre a postura de Ciro Gomes (PDT), que se coloca como a melhor alternativa para 2022, FHC alfinetou: “Muita presunção”.
Ele afirmou que pode apoiar um nome que não seja do PSDB: “Eu prefiro que seja, mas não é condição sine qua non”. Ele citou o nome de Luciano Huck diversas vezes.
Ele definiu assim o perfil que considera ideal para a disputa: “Precisa ser alguém capaz de simbolizar um caminho mais progressista, que olhe para a maioria da população, que respeite a democracia. E que seja capaz, que inspire confiança, aqui e lá fora. Alguém que tenha musculatura suficiente para fazer as coisas andarem. Aí eu vou junto”.
FHC eximiu-se de apoiar os nomes de João Doria e Eduardo Leite, governadores de São Paulo e do Rio Grande do Sul e ambos do PSDB: “Todos os dois têm condições, mas precisam convencer os outros de qual é o caminho”.
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