Família de Adriano da Nóbrega não deve pedir federalização de investigações

O Judiciário da Bahia ordenou de que o corpo do miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao clã Bolsonaro, fosse conservado e passasse por nova autópsia, o que, “trouxe novamente confiança” à defesa da família, de acordo com o advogado Paulo Catta Preta

(Foto: Reprodução)


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247 - A família do miliciano Adriano da Nóbrega não pretende pedir a federalização das investigações da morte dele, diferentemente do que defende Frederick Wassef, advogado de Jair e Flávio Bolsonaro. Ele declarou disse que o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, deveria ser acionado para ajudar a esclarecer o caso. A informação é da coluna Painel. 

O Judiciário da Bahia ordenou de que o corpo de Adriano fosse conservado e passasse por nova autópsia, tomada na quarta (19), o que, “trouxe novamente confiança” à defesa da família, de acordo com o advogado Paulo Catta Preta.

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“A Justiça atendeu a um pedido do Ministério Público [da Bahia] que ia de encontro ao que defendemos”, diz ele. 

No começo deste mês, o miliciano foi morto pela polícia na Bahia. Ele integrava o chamado Escritório do Crime, um grupo de matadores de aluguel do Rio e que é suspeito de envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada pelo crime organizado em março de 2018.

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Naquele ano, os criminosos efetuaram os disparos em um lugar sem câmeras e haviam perseguido o carro dela por cerca de três, quatro quilômetros. 

O miliciano também tinha a mãe e a esposa trabalhando no gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. 

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Foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar.  

Lessa morava no mesmo condomínio de Bolsonaro. Outro detalhe é que Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos havia postado no Facebook uma foto ao lado de Jair Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado. 

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