Fachin reduz danos, tira foco de Moro e tenta preservar Lava Jato, diz colunista

Fachin teria tirado o foco da Lava Jato de Curitibapreservar a operação, que cometeu diversos crimes. Ao mesmo tempo, Lula pode ser condenado por outro tribunal

Ministro Edson Fachin durante sessão plenária do STF. (20/02/2020)
Ministro Edson Fachin durante sessão plenária do STF. (20/02/2020) (Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF)


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247 - “Ao anular todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato, o ministro Edson Fachin agiu para reduzir danos, tentou preservar as investigações de um esquema bilionário de corrupção na Petrobrás e tirou o foco do ex-juiz federal Sérgio Moro, alvo de aliados e inimigos políticos do presidente Jair Bolsonaro”, segundo o jornalista Rafael Moraes Moura, no Blog do Fausto Macedo, no Estado de S.Paulo.

A anulação ocorreu em meio a um escândalo da Operação Lava Jato de Curitiba, revelado pelas mensagens divulgadas pela Vaza Jato. Porém, conforme o próprio jornalista do Estado relatou, apesar de permitir a elegibilidade de Lula em 2022, Fachin tirou o foco de Curitiba para “transferir as investigações contra o ex-presidente para a Justiça Federal do Distrito Federal, que pode impor novas condenações ao ex-presidente da República”.

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Neste sentido, Fachin teria tirado o foco da Lava Jato de Curitibapreservar a operação, que cometeu diversos crimes. Ao mesmo tempo, Lula pode ser condenado por outro tribunal.

Fachin anula condenações de Lula na Lava Jato

Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta segunda-feira, 8, todas as condenações contra o ex-presidente Lula, proferidas pelo ex-juiz Sérgio Moro e pela juíza Gabriela Hardt no âmbito da Operação Lava Jato.

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Ele concedeu habeas corpus para declarar a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar quatro processos que envolvem Lula –o do triplex, o do sítio de Atibaia, o do Instituto Lula e o de doações para o mesmo instituto.

Na decisão, Fachin declara a "nulidade" dos atos decisórios, inclusive do recebimento das denúncias contra Lula.

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O habeas corpus agora contemplado por Fachin foi apresentado pelos advogados Cristiano Zanin e Valeska Martins em 3 de novembro de 2020.

Com a decisão do ministro do STF, o ex-presidente Lula volta a ser elegível. Todo o cenário político muda com a decisão.

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