Exército nega-se a revelar informações sobre portarias de controle de armas revogadas por Bolsonaro

O Instituto Sou da Paz solicitou, via Lei de Acesso à Informação (LAI), dados sobre notas técnicas, memorandos, atas e minutas que embasaram as portarias que aumentavam o controle de munições e a rastreabilidade de armas no País, posteriormente revogadas por Jair Bolsonaro

(Foto: Marcos Corrêa/PR)


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247 - O Exército se nega a fornecer ao Instituto Sou da Paz acesso a documentos utilizados na elaboração das três portarias que aumentavam o controle de munições e a rastreabilidade de armas no País. Militares também informaram que a decisão de revogar as portarias não foi embasada por documento formal. A informação é da Coluna do Estadão

O instituto solicitou, via Lei de Acesso à Informação (LAI), dados sobre notas técnicas, memorandos, atas e minutas que embasaram as portarias, posteriormente revogadas por Jair Bolsonaro. 

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O Comando Logístico do Exército admitiu ao Ministério Público Federal ter revogado as portarias por pressão do governo e de apoiadores de Bolsonaro.

De acordo com a instituição militar, os documentos "estão sendo utilizados como fundamento de uma tomada de decisão, de um ato administrativo futuro, que se materializará após a conclusão da reanálise e dos ajustes".

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