"Eu ia ser 'queima de arquivo' para cair na conta do presidente, como aconteceu com o capitão Adriano", diz Queiroz

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, apontado como operador financeiro de um esquema de rachadinha, afirmou que "o pessoal" queria matá-lo para pôr a culpa em Bolsonaro

Fabrício Queiroz
Fabrício Queiroz (Foto: Reprodução)


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247 - O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, afirmou à Débora Bergamasco, do SBT, que correu o risco de ser morto em uma "queima de arquivo" que teria por objetivo colocar a culpa da autoria em Jair Bolsonaro.

Queiroz é apontado como operador financeiro de um esquema de rachadinha no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) quando este era ainda deputado estadual.

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O ex-assessor tem uma relação próxima com toda a família Bolsonaro.

"O pessoal queria me matar. Tem que ser bem enfatizado isso. Eu ia ser queima de arquivo para cair na conta do presidente, como aconteceu com o capitão Adriano", declarou.

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"Adriano", a quem Queiroz fez referência, é o miliciano Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, morto em fevereiro de 2020 em uma suposta troca de tiros com a Polícia Militar da Bahia.

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