Esther Solano: chapa Lula-Alckmin é a melhor solução para derrotar Bolsonaro, mas tem aspecto desmobilizador
Doutora em Ciências Sociais acredita que o petista tem chances reais de se tornar presidente, e pode receber uma parcela grande dos votos de Bolsonaro em 2018
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247 - Em entrevista à TV 247, a cientista política Esther Solano avalia que o ex-presidente Lula (PT) tem chances reais de encerrar o ano de 2022 como novo presidente da República e chega a imaginar uma festa com bandeirinhas do PT nas grandes cidades do país, mas explica que a campanha eleitoral irá exigir uma travessia de problemas graves.
Em conversa com o jornalista Paulo Moreira Leite, a doutora em Ciências Sociais recorda o perfil anti-democrático de Bolsonaro para sublinhar que não se pode descartar atos de violência na campanha. Com base em entrevistas qualitativas junto ao eleitorado, Esther Solano diz que Lula pode receber uma parcela grande dos votos de Bolsonaro em 2018, mas enfrenta o desafio de conquistar uma juventude desencantada com a política, convencida pela noção de que todos os políticos são aproveitadores e corruptos.
‘A Lava Jato acabou mas o lavajatismo não morreu’, afirma. Enfrentando um debate importante da campanha do PT, Esther Solano defende a composição Lula-Alckmin como a melhor solução possível para derrotar Bolsonaro, mas reconhece que o acordo entre ambos possui um aspecto desmobilizador, uma “chapa da tristeza”, como nomeia.
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