“Estadão é movido pelo ódio ideológico”, diz Padilha em resposta a editorial

Deputado federal rebateu texto que acusa PT de politizar a saúde, comparando gestão petista a Bolsonaro

Deputado Alexandre Padilha e integrantes do Mais Médicos
Deputado Alexandre Padilha e integrantes do Mais Médicos (Foto: Agência Câmara / Agência Brasil)


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247 - O deputado federal Alexandre Padilha, do PT, publicou hoje (2) um texto em resposta ao editorial “Menos demagogia, mais saúde”, publicado ontem no Estadão. 

"O objetivo [do programa Mais Médicos] foi alavancar a candidatura do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo de São Paulo e a de Dilma Rousseff à reeleição para a Presidência, e, por último, mas não menos importante, financiar a ditadura cubana", defendeu o jornal. O artigo ainda compara a gestão petista ao governo de Jair Bolsonaro. 

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Padilha escreveu que um dos grandes desafios do ano será, além da derrota do coronavírus, o fim do  "vírus do ódio ideológico", da "xenofobia" , do "delírio anticomunista" e das "marchas da tradição que impulsionaram o Golpe de 64 e o veneno destilado" pelo editorial do Estadão. 

De acordo com o parlamentar, o jornal "fez uma avaliação do Mais Médicos sem levar em consideração nenhuma das centenas de pesquisas e estudos científicos realizados pelas melhores universidades brasileiras de acompanhamento do programa". Para ele, isso demonstra que "o Estadão é movido pelo ódio ideológico". 

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Por fim, Padilha ainda aponta que o processo de "cubanização" entre os países onde médicos cubanos atuam nunca aconteceu. Ele relembra que, em meio ao colapso do sistema de saúde italiano, quando países da Europa negavam transferências de pacientes, foram os médicos cubanos que se deslocaram para salvar vidas. "E, nem por isso, “cubanizaram” a Itália", afirma. "Esse ódio ideológico privou o Brasil de receber esta ajuda quando mais precisava".

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