"Está batido o martelo de que serão 4 meses de 300 reais", diz vice-líder do governo na Câmara sobre auxílio emergencial

O deputado André Ferreira (PSC-PE) disse que a Câmara tentará aprovar o auxílio neste formato. Jair Bolsonaro, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco defendem o mesmo. No entanto, a PEC emergencial esbarra em um problema: ela foi condicionada ao fim do piso de gastos na educação e na saúde, o que deve dividir o Congresso

(Foto: Fernando Chaves/PSC Nacional)


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247 - O vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, André Ferreira (PSC-PE), afirmou que a nova rodada do auxílio emergencial terá duração de 4 meses. 

O valor da assistência será R$ 300, conforme defendido por Jair Bolsonaro (sem partido) e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

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"Está batido o martelo de que serão 4 meses de 300 reais. Tentaremos aprovar na Câmara o auxílio, que foi importante para muita gente, milhares de brasileiros receberam e o presidente tem essa sensibilidade de poder voltar o auxílio e ajudar as pessoas que mais precisam", disse Ferreira em entrevista concedida à Rádio Jornal Caruaru.

Conforme reportado no Jornal do Commercio, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), vê que o governo deve liberar as novas parcelas assim que a PEC emergencial for aprovada pelo Senado, sem receber o aval da Câmara. 

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No entanto, a aprovação nas duas casas esbarra no problema de que a proposta impõe o fim do piso de gastos na educação e na saúde, o que deve ao menos dividir os congressitas.

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