Entregadores realizam no sábado nova manifestação contra empresas de aplicativos

Os motoboys e ciclistas reivindicam aumento do valor por entrega, fim de bloqueios, seguro, entre outras reivindicações. Uma parte deles quer direitos previstos na CLT, contra a exploração, os baixos salários e as precárias condições de trabalho

Paralisação de trabalhadores de aplicativos em vários pontos da capital fizeram manifestações, SP 01 07 2020
Paralisação de trabalhadores de aplicativos em vários pontos da capital fizeram manifestações, SP 01 07 2020 (Foto: Felipe Campos Mello)


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247 - Quase um mês após a primeira manifestação de entregadores de aplicativos, motoboys e ciclistas organizam o segundo ato em capitais neste sábado (25) para reivindicar melhores taxas e condições de trabalho.

Vai ser o novo "Breque dos Apps". O realizado em em 1º de julho, ganhou repercussão fazendo o tema merecer a atenção de políticos. A partir dessa demonstração de força, as empresas mudaram estratégias de comunicação e os canais da categoria ficaram mais populares no YouTube.

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O movimento é mais forte em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. As principais reivindicações são o aumento do valor mínimo por entrega – alguns querem preço único aos aplicativos–, alta no valor por quilômetro rodado, fim de bloqueios considerados injustificados e do sistema de pontuação (adotado pela Rappi).

Os trabalhadores também reivindicam seguro em caso de roubo e acidente e auxílio-pandemia. Uma parcela ligada ao movimento sindical e a outros setores, como os Entregadores Antifascistas, defende regime CLT, informam as jornalistas Fernanda Brigatti e Paula Soprana na Folha de S.Paulo. 

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