Entregadores de aplicativos fazem nova greve por melhores condições neste sábado
A primeira greve ocorreu no dia 1º de julho, contando com a adesão de vários entregadores pelo País
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247 - Em menos de um mês, entregadores de aplicativos, como IFood, UberEats, Rappi e outros do tipo, estão realizando sua segunda greve por melhores condições de trabalho. A situação dos entregadores foi extremamente afetada pela pandemia do coronavírus. Muitos trabalhadores denunciaram, ao longo dos últimos meses, a falta de equipamentos para proteção individual e a baixa remuneração, mesmo se expondo ao vírus nas ruas.
A primeira greve ocorreu no dia 1º de julho, contando com a adesão de vários entregadores pelo País. Houve protestos na cidade de São Paulo, na ocasião. Neste sábado, há expectativa de um ato no Pacaembu às 15h.
Algumas das pautas reivindicadas são: reajuste de preços (os entregadores recebem entre R$ 4,50 e R$ 7,50, variando por aplicativo e distância percorrida, e mais R$ 0,50 a R$ 1 por quilômetro rodado); reajuste anual programado para o serviço; tabela de preços não ditada pelo governo ou reguladores, mas construída entre profissionais e aplicativos; fim de bloqueios indevidos que punem com bloqueios os entregadores; entrega de EPIs para trabalhar com mais segurança durante a pandemia; apoio contra acidentes, se o entregador sofrer acidentes enquanto usa a plataforma - a ideia é ter algum tipo de auxílio; Fim do programa de pontos, que fazem ranking de entregadores.
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