Entregadores de aplicativos adotam bandeira antifascista e reivindicam direitos trabalhistas

O grupo de entregadores que reivindica diretos trabalhistas tem como proposta “empoderar o trabalhador”. “Um entregador antifascista é um político de rua”, diz o organizador

(Foto: Divulgação)


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247 - O entregador Paulo Galo, de 31 anos, estava realizando uma trabalho em São Paulo quando seu pneu de sua moto furou. Ele tentou entrar em contato com a empresa responsável pelo aplicativo de entregas para evitar transtornos, mas foi bloqueado mesmo assim. O episódio levou Paulo a se mobilizar através de um abaixo-assinado, que no momento conta com mais de 360 mil assinaturas, além de criar o movimento dos "entregadores antifascistas". A informação é do jornal Folha de S. Paulo. 

“A proposta é empoderar o trabalhador. Se apropriar da ferramenta chamada política para transformar o mundo ao nosso redor. Um entregador antifascista é um político de rua”, afirma.  

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A garantia de refeições como almoço, jantar e café para quem passa o dia na rua trabalhando com entregas é a primeira reivindicação do grupo. Paulo Galo pretende encontrar um parlamentar que transforme a ideia em projeto de lei no Congresso Nacional, acrescenta a reportagem.

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