Empresas de publicidade contratadas pelo governo Bolsonaro são investigadas no inquérito dos atos pró-ditadura
PF pediu ao ministro do STF Alexandre de Moraes mandados de busca e apreensão contra as agências PPR - Profissionais de Publicidade Reunidos S.A, a Artplan e a Calia Y2 Propaganda. PGR, porém, se posicionou contra a operação, que acabou não sendo efetivada
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247 - A Polícia Federal apura a participação de três empresas de publicidade contratadas pelo governo federal no âmbito do inquérito que apura o financiamento e a realização de atos antidemocráticos.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, os investigadores solicitaram ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes mandados de busca e apreensão contra as agências PPR - Profissionais de Publicidade Reunidos S.A, a Artplan e a Calia Y2 Propaganda. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou contra a operação, que acabou não sendo realizada.
O objetivo era avançar nas investigações sobre a dinâmica do repasse de verbas publicitárias oriundas do governo federal para sites bolsonaristas, como o Terça-Livre, do blogueiro de extrema direita Allan dos Santos, que também é investigado pela PF.
As agências investigadas foram contratadas em gestões anteriores, mas mantiveram os contratos durante a gestão de Fabio Wajngarten, que está de saída da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Jair Bolsonaro. Ele também é investigado no inquérito que apura o financiamento e a organização de atos democráticos.
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