Empresa Precisa atuou como "laranja" em negociações da Covaxin, diz Renan

A empresa brasileira de medicamentos Precisa fechou contrato com o laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolve a Covaxin, mas o pagamento seria feito diretamente pelo Ministério da Saúde, acusa o relator da CPI da Covid

Renan Calheiros
Renan Calheiros (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | Reprodução)


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247 - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), acusou a empresa brasileira de medicamentos Precisa de ter atuado como um "laranja e atravessador" na intermediação do contrato com o laboratório indiano Bharat Biotech tratando da compra superfaturada da vacina Covaxin

"Documentos que chegaram à comissão mostram isso, que ele atuou como um atravessador, um laranja, nas negociações. O contrato é fechado com a Precisa, mas o pagamento, segundo o Maximiano disse ao laboratório da Índia, seria feito diretamente pelo Ministério da Saúde para eles", afirmou Renan, segundo a coluna de Valdo Cruz, no G1. 

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A CPI irá investigar nessa semana os contratos com o laboratório indiano. O MPF suspeita que cláusulas tidas como benevolentes levaram ao favorecimento da empresa.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, em depoimento sob sigilo ao MPF, um servidor da área técnica do Ministério da Saúde afirmou ter “sofrido pressão atípica” da gestão do general Eduardo Pazuello para tentar garantir a importação dessa vacina mais cara.

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