Embaixadores de China e Argentina não foram convidados para reunião em que Bolsonaro questionará sistema eleitoral do Brasil

Outros embaixadores, como os do Reino Unido, Alemanha, Portugal, Rússia, França, Uruguai e Japão, já adiantaram que não irão atender ao convite de Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro e bandeiras da China e Argentina
Jair Bolsonaro e bandeiras da China e Argentina (Foto: Alan Santos/PR | Reuters)


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247 - O governo Jair Bolsonaro (PL) não enviou convites para as embaixadas da China e da Argentina para que os representantes das delegações diplomáticas participem da reunião, marcada para a tarde desta segunda-feira (18), convocada pelo atual ocupante do Palácio do Planalto para questionar o sistema eleitoral brasileiro. A China e a Argentina são países considerados estratégicos para a economia e para as relações internacionais do Brasil.  

De acordo com o jornal O Globo, a reunião deverá contar com 30 ou 40 altos funcionários de governos estrangeiros. O número fica abaixo da expectativa do Planalto, que era de reunir cerca de 50 embaixadores. Ainda segundo a reportagem, outras representações, além da China e da Argentina, também não foram convidadas. Os critérios seriam o “bom senso” e o interesse em torno das eleições no Brasil. 

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Outros embaixadores, porém, já adiantaram que não irão comparecer ao evento, incluindo do Reino Unido e da Alemanha, Melanie Hopkins e Heiko Thoms, respectivamente. Os representantes de Portugal, (Luís Faro Ramos), da Rússia (Alexey Labetskiy), da França (Brigitte Collet), do Uruguai (Guillermo Valles Galmés) e do Japão (Teiji Hayashi), também não estarão presentes. 

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