Em meio aos ataques de Bolsonaro, TSE decide triplicar número de urnas auditadas na eleição
O procedimento será feito por uma empresa externa de auditoria no dia da eleição.
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247 - O ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu aumentar o número de urnas usadas no chamado “teste de integridade” da urna
O procedimento acontece no dia das eleições e é feito por uma empresa externa de auditoria. A medida é uma clara resposta aos ataques contra a legitimidade do processo eleitoral feito por Jair Bolsonaro.
Na última eleição, foram cerca de 100 urnas auditadas. Para esse ano, a proposta é triplicar esse número de máquinas testadas.
“Renovando o compromisso desta Justiça Especializada com esta interlocução cooperativa, informo que esta Presidência, após sistematizar as diversas contribuições apresentadas ao longo desse período e depois de submetê-las aos setores de tecnologia da informação desta Corte, cuja expertise tem assegurado a higidez das urnas eletrônicas há mais de vinte e cinco anos, apresentará oportunamente ao Plenário proposta regulamentar que amplia a visibilidade das já existentes transparência e confiabilidade das urnas eletrônicas”, diz Fachin.
Fachin atende a proposta da Comissão de Transparência Eleitoral, órgão criado recentemente no TSE. A medida teve o apoio de todos os ministros da Corte.
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