Em meio a ataques de Ciro a Lula e Dilma, Lupi critica PT: 'só tem memória quando é atingido'
De acordo com o presidente do PDT, a trégua proposta ao PT por Ciro Gomes, e quebrada pelo próprio pedetista, "foi trégua de palanque"
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247 - Em meio às agressões do candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, aos ex-presidentes Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT), o presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou ao UOL que "quem apanha não esquece" e disse que o PT só tem memória "quando é atingido".
Lupi revelou ainda nutrir descontentamento pelo PT por conta da falta de apoio do partido, em algumas ocasiões, a Leonel Brizola, referência histórica do PDT. "Eu tenho memória. Esse pessoal pode não ter, mas eu tenho. Isso é dizer que tem mágoa eterna? Não. Estou constatando uma realidade histórica. E o PT só lembra das coisas quando é atingido. A minha avó dizia assim: Quem bate não lembra. Quem apanha não esquece".
Ele comentou também sobre a trégua proposta por Ciro ao PT, quebrada pelo próprio pedetista. "Foi trégua de palanque. Trégua pelo impeachment de Bolsonaro. Ninguém pode censurar nossa opinião. (...) "É a unidade contra Bolsonaro. Você acha que o Roberto Freire [presidente do Cidadania] fala coisa bonita sobre o Lula? Aí vai ter Partido Novo, vai estar o Doria [João Doria, governador de São Paulo, do PSDB]... As divergências que existem entre nós não nos impedem de estarmos no mesmo palanque".
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