Em final de mandato, Bolsonaro não terá vida fácil com Poder Judiciário
Trocas na cúpula do Judiciário não são favoráveis ao ocupante do Palácio do Planalto
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247 - A partir do segundo semestre, Jair Bolsonaro encontrará à frente das cortes ministros com quem tem menos interlocução ou que já tomaram decisões que desagradaram ao governo.
Mudanças nos comandos de cortes superiores e também do tribunal que fiscaliza o orçamento público devem criar um cenário mais difícil para Jair Bolsonaro às vésperas das eleições deste ano.
As mudanças acontecerão no STF (Supremo Tribunal Federal), STJ (Superior Tribunal de Justiça) e TSE (Tribunal Superior Eleitoral), além do TCU (Tribunal de Contas da União), que não faz parte do Judiciário e é um órgão de apoio do Congresso, informa a Folha de S.Paulo.
A mais delicada dessas trocas para o titular do Executivo é a que ocorrerá na presidência do TSE. Entre outros processos, a corte julga irregularidades relacionadas às eleições. A partir de agosto, quem ficará à frente da corte eleitoral é o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, considerado por bolsonaristas como inimigo.
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