Editorial do jornal O Globo mente e desinforma, diz Marco Aurélio de Carvalho

"O jornal O Globo colaborou de forma decisiva para que alguns agentes do Estado, coordenados por um 'juiz-herói', corrompessem regras básicas do nosso Estado de Direito", acrescentou o advogado Marco Aurélio de Carvalho, membro do Grupo Prerrogativas. Jornal da família Marinho criticou as anulações da condenação do ex-presidente Lula

Advogado Marco Aurélio de Carvalho
Advogado Marco Aurélio de Carvalho (Foto: Editora 247)


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247 - Coordenador do Grupo Prerrogativas, o advogado Marco Aurélio de Carvalho criticou o editorial de O Globo, após o jornal sugerir que a Lava Jato foi derrotada injustamente no Supremo Tribunal Federal, enquanto a operação, alvo de intensas críticas da Comunidade Jurídica, fez a maior caçada judicial da história do País, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a sua inocência reconhecida, após a Corte condenar Sérgio Moro por causa da parcialidade nos processos do petista. De acordo com o advogado, o editorial "mente e desinforma", pois os "efeitos do julgamento que confirmou a constrangedora e criminosa suspeição do ex-juiz Sérgio Moro apenas recairão sobre os processos que envolvem o ex-presidente Lula". 

"O jornal O Globo colaborou de forma decisiva para que alguns agentes do Estado, coordenados por um 'juiz-herói', corrompessem regras básicas do nosso Estado de Direito", acrescentou o advogado em texto enviado ao Diario do Centro do Mundo. "O ocaso da Operação Lava Jato descortina a trilha insensata percorrida por seus protagonistas que, associados de maneira irregular e clandestina ao juiz da causa, converteram a sua atuação num obstinado complô persecutório de inspiração política", continuou.

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Na tentativa de "desenterrar" a Lava Jato, um trecho do editorial disse: "todo o edifício jurídico de provas e denúncias elaboradas pela Lava-Jato, as dezenas de delações e acordos de leniência assinados, as confissões, os R$ 14,8 bilhões em multas, os R$ 4,3 bilhões devolvidos aos cofres públicos, as penas de prisão cumpridas — tudo agora estará sujeito a revisão, mediante a conclusão, referendada no plenário do STF, de que a relação de Moro com os procuradores era espúria".

Leia a íntegra no DCM

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