"É um miliciano, não um presidente", diz Boulos sobre ameaça de Bolsonaro contra técnicos da Anvisa
Guilherme Boulos usou as redes sociais para condenar a ameaça feita por Jair Bolsonaro contra os técnicos da Anvisa em função da aprovação de vacinas contra Covid-19 em crianças acima dos cinco anos
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247 - O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e pré candidato ao governo de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos, usou as redes sociais para condenar a ameaça feita por Jair Bolsonaro contra o corpo técnico da Agência Nacional de Saúde (Anvisa) em função da aprovação do uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. “É um miliciano, não um presidente”, postou Boulos no Twitter.
“Em outubro, diretores da Anvisa foram ameaçados de morte caso aprovassem vacina contra a Covid para crianças. A aprovação saiu ontem. O que Bolsonaro fez? Disse que vai divulgar os nomes dos técnicos que fizeram a aprovação. É um miliciano, não um presidente”, escreveu ele em sua rede social. Nesta sexta-feira (17), a Associação dos Servidores da Anvisa (Univisa) divulgou nota qualificando a ameaça feita pelo chefe do Executivo como “abertamente fascista”.
A ameaça de Jair Bolsonaro foi feita nesta quinta-feira (16) durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Na ocasião, Bolsonaro defendeu a exposição dos nomes dos servidores que aprovaram a vacinação infantil contra a Covid-19.
”Eu pedi o nome das pessoas que aprovaram a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, para que todo mundo tome conhecimento de quem são essas pessoas e formem o seu juízo. […] Você tem o direito de saber o nome das pessoas que aprovaram a vacinação a partir de 5 anos”, disse ele na live.
Confira a postagem de Guilherme Boulos sobre o assunto.
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