Dois celulares apreendidos com miliciano ligado a Flávio Bolsonaro estavam sem dado nenhum

A Operação Gárgula mira os bens acumulados pelo miliciano Adriano da Nóbrega e a estrutura que foi erguida para protegê-lo durante sua fuga. Ele foi apontado pelo MP-RJ como membro do esquema das "rachadinhas"

Adriano da Nóbrega
Adriano da Nóbrega (Foto: Reprodução)


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247 - 2 dos 11 celulares apreendidos com o miliciano Adriano da Nóbrega na operação que levou à sua morte em fevereiro do ano passado estavam sem nenhum dado, afirmou o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ).

Segundo a nota do Gaeco (Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado), o "ICCE/RJ [Instituto de Criminalística da Polícia Civil] identificou que dois dos aparelhos periciados nunca tinham sido inicializados, porquanto ao serem ligados apareceu a tela de inicialização para a configuração do aparelho, própria da sua primeira utilização".

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A Operação Gárgula mira os bens acumulados pelo miliciano e a estrutura que foi erguida para protegê-lo durante sua fuga. O ex-policial militar liderava uma quadrilha cuja movimentação financeira é estimada em R$ 8.4 milhões.

Adriano também foi apontado pelo MP-RJ como tendo sido membro do esquema das "rachadinhas" no gabinete de Flávio Bolsonaro (Repulicanos-RJ) na Alerj. Sua mãe e ex-mulher foram nomeadas no gabinete do filho de Jair Bolsonaro.

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Ele integrava o chamado Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais, e se levantam suspeitas sobre seu envolvimento com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL). A parlamentar e ativista foi morta pelo crime organizado.

Adriano morreu durante uma operação policial em Esplanada (170 km de Salvador) em 9 de fevereiro de 2020 numa operação da PM da Bahia em conjunto com agentes fluminenses. Ele estava foragido havia um ano após acusação de comandar a milícia da favela Rio das Pedras. 

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As informações foram reportadas na Folha de S.Paulo.

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