Diretor do Iphan escolhe religiosos, militar e amigos ao invés de PhDs
A comissão de prêmio do Iphan para ações de preservação trocou doutores por pastor, padre e militar na edição de 2021. As mudanças causaram estranhamento no corpo técnico do órgão
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Metrópoles - O diretor do Departamento de Cooperação e Fomento do Iphan, pastor Tassos Lycurgo, aparelhou a comissão de um prêmio do órgão que distribui R$ 200 mil para projetos, substituindo acadêmicos com PhD por religiosos, amigos de faculdade e um militar.
Lycurgo também alterou o edital do prêmio para aumentar o poder de cada jurado individualmente e diminuiu a transparência nos documentos relativos à competição. As mudanças causaram estranhamento no corpo técnico do órgão.
O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade está na edição de número 34 e tem como objetivo destacar dez ações de preservação do patrimônio cultural brasileiro.
A mudança que aumentou o poder dos jurados para vetar projetos passou por alterações no regulamento do prêmio. Antes, cada projeto recebia três pareceres preliminares e necessitava de duas avaliações positivas para chegar à deliberação do comitê de jurados. Neste ano, apenas um jurado faz um relatório preliminar e ele decidia se o projeto podia competir ou não. Isso aconteceu “para que a metodologia fosse melhorada”, justificou o Iphan.
Leia a íntegra no Metrópoles.
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