Dino diz que bolsonarista pode pegar até 4 anos de prisão por coagir eleitora que disse votar em Lula
Ex-governador e candidato ao Senado pelo Maranhão afirma que o bolsonarista pode ser enquadrado na Lei nº 4.737, que instituiu o Código Eleitoral
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247 - O ex-governador e candidato ao Senado pelo Maranhão Flávio Dino (PSB) usou as redes sociais para destacar que as pesquisas eleitorais que mostram Jair Bolsonaro (PL) atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm levado os apoiadores do atual ocupante do Palácio do Planalto a ampliarem o nível de ameaças e coações contra os adversários. Dino publicou um vídeo em que o agricultor Cássio Joel Cenali humilha a diarista Ilza Ramos Rodrigues com o alerta de que ele cometeu um crime ao tentar coagir a trabalhadora após ela afirmar que iria votar em Lula .
“Como ameaças tem se repetido em todo o país, e devem aumentar em face do desespero com a pesquisa de ontem, lembro que é CRIME: Art. 301. Usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido, ainda que os fins visados não sejam conseguidos: Pena - reclusão até quatro anos e pagamento de cinco a quinze dias-multa”.
A postagem faz referência à Lei nº 4.737, de 15 de Julho de 1965, que instituiu o Código Eleitoral. Segundo a última pesquisa Ipec, contratada pela Globo e divulgada nesta segunda-feira (12), Lula lidera a disputa presidencial com 46% das intenções de voto e Jair Bolsonaro ficou na segunda posição, com 31%. Nos votos válidos, Lula teve 51% (eram 50% na pesquisa anterior (5).
A pesquisa ouviu 2.512 eleitores entre os dias 6 e 12 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01390/2022.
Veja postagem de Flávio Dino.
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