Deputados renunciam à relatoria de processo contra Eduardo Bolsonaro por debochar de torturas sofridas por Míriam Leitão
Parlamentares haviam sido sorteados por meio de uma lista tríplice para a relatoria do processo aberto pelo Conselho de Ética da Câmara
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247 - Os três primeiros deputados sorteados pelo Conselho de Ética da Câmara por meio de uma lista tríplice para a relatoria do processo disciplinar contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) rejeitaram a tarefa, de acordo com a coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo. Eduardo é alvo de uma representação no colegiado por ter debochado das torturas cometidas por agentes da ditadura militar contra a jornalista Míriam Leitão.
De acordo com a reportagem, o deputado Mauro Lopes (PP-MG) alegou suspeição para assumir a relatoria por ser “conterrâneo” da jornalista. “Ela nasceu em Caratinga e ele em Entre Folhas, municípios mineiros que ficam distantes mil quilômetros um do outro”, ressalta o texto.
Já a deputada Dra. Vanda Milani (PROS-AC) disse estar concorrendo a outras quatro relatorias e por isso pediu que o seu nome fosse retirado da lista. O deputado Pinheirinho (PP-MG) também pediu a exclusão do seu nome, mas não justificou o motivo.
“Presidente do conselho, Paulo Azi sorteou então Adolfo Viana (PSDB-BA), Hiran Gonçalves (PP-RR) e Tiago Mitraud (Novo-MG) para compor a lista destinada à escolha do relator. Eles também podem declinar da relatoria. Azi deve conversar com o trio na próxima semana antes de indicar quem assumirá a relatoria”, destaca a reportagem.
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