Deputado pede que MPF denuncie criminalmente Mario Frias por incêndio na Cinemateca

O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) e o vereador Celso Giannazi (PSOL-SP) apontam "evidente prevaricação com o patrimônio cultural"

Incêndio na Cinemateca e o secretário de Cultura Mario Frias
Incêndio na Cinemateca e o secretário de Cultura Mario Frias (Foto: CARLA CARNIEL | Roberto Castro / Mtur)


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247 - O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) e o vereador Celso Giannazi (PSOL-SP) pediram ao Ministério Público Federal (MPF) que denuncie criminalmente o secretário especial da cultura, Mario Frias, e o adjunto da pasta, Hélio Ferraz de Oliveira, pelo incêndio na Cinemateca Brasileira

Ambos apontam "evidente prevaricação com o patrimônio cultural". Eles alegam que "nenhuma medida concreta foi tomada pelo Governo Federal".

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"Do laudo da Defesa Civil de São Paulo, fica evidente que o local estava em situação de abandono e sem manutenção, quer pela magnitude dos estragos, quer pela situação em que se encontram os materiais que não foram destruídos. Toda essa situação, de abandono, de descaso, de falta de cuidado e de desleixo com o patrimônio cultural, era de pleno conhecimento dos dirigentes da Secretaria Especial da Cultura", diz o documento. 

Em julho de 2020, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) moveu ação na Justiça contra a União por abandono da Cinemateca.

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A promotoria questionou a falta de contrato para gestão da instituição e destacou problemas como risco de incêndio, falta de vigilância, atrasos nas contas de água e luz, e de salários. Em agosto passado, o desmonte e fragilização da instituição pelo governo Bolsonaro avançou, com o anúncio de demissões do pessoal técnico da instituição.

No entanto, em maio último, o MPF-SP suspendeu a ação contra a União depois que o governo federal se comprometeu a mostrar as ações implementadas pela preservação do patrimônio no prazo de até 45 dias, o que ainda não ocorreu.(Com informações do UOL). 

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