Depois de Braga Netto, Ramos relativiza ditadura militar: é questão de 'semântica'

O ministro da Secretaria-Geral, Luiz Eduardo Ramos, negou a existência da ditadura de 64. Segundo ele, foi um "regime militar de exceção, muito forte". "Isso aí é uma semântica, ditadura, não ditadura", disse

Ministro Luiz Eduardo Ramos
Ministro Luiz Eduardo Ramos (Foto: Marcos Corrêa/PR | Wikimedia Commons)


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247 - O ministro da Secretaria-Geral, Luiz Eduardo Ramos, afirmou nesta quarta-feira (18) que a discussão sobre como classificar a ditadura militar é questão de "semântica" e chamou o governo de "regime militar de exceção". O posicionamento veio após o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, também negar a existência da ditadura e disse que houve um "regime forte".

Em audiência na Câmara, Ramos afirmou que "isso aí é uma semântica, ditadura, não ditadura". O relato dele foi publicado em reportagem do jornal O Globo

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"O que eu sei é que durante o governo Vargas o Congresso não funcionava havia um controle muito grande da polícia, do Estado, à época. E durante o governo do regime militar nós tínhamos um Congresso, pode ter sido fechado, mas funcionando. Então eu diria que foi um regime militar de exceção, muito forte", disse.

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