Delator que denunciou suposto caixa 2 de Alckmin não apresentou nenhuma prova

Ex-presidente do grupo Ecorodovias, Marcelino Rafart de Seras não conseguiu demonstrar os contatos que disse ter mantido com o ex-governador de São Paulo

(Foto: Divulgação)


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247 - Ex-presidente do grupo Ecorodovias, Marcelino Rafart de Seras, delator que acusou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) de suposta prática de caixa 2, não conseguiu provar sua afirmação.

Ele disse ter feito doações ilegais a Alckmin em sucessivas eleições, exibiu às autoridades material para mostrar como levantou o dinheiro, mas não apresentou nenhuma prova dos contatos que disse ter mantido com o ex-governador. 

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Segundo a Folha de S. Paulo, Rafart de Seras entregou notas fiscais de operações realizadas com fornecedores de 2008 a 2010 para gerar caixa dois, desviando ilegalmente recursos das empresas com a finalidade de obter dinheiro em espécie. O objetivo, segundo ele, era financiar campanhas de Alckmin. Ele não apresentou, no entanto, provas de que os encontros narrados em seus depoimentos ocorreram e nem de que as doações foram entregues.

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À época da divulgação da delação, em meados de março, a denúncia foi vista como perseguição política, dada a aproximação de Alckmin com Lula para formar uma chapa que disputará a eleição de 2022.

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