Defensor do novo AI-5, Eduardo Bolsonaro diz que ditadura chegou pelas mãos do STF
Para o deputado e filho de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, “diz que todas as arbitrariedades que estão acontecendo hoje, era o que diziam que Jair Bolsonaro faria caso fosse eleito presidente"
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247 - Defensor do AI-5, o mais duro de todos os Atos Institucionais decretados pela ditadura militar, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou neste sábado, por meio de sua página no Twitter, que a “a ditadura chegou” pelas mãos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.
“Todas as arbitrariedades que estão acontecendo hoje, era o que diziam que Jair Bolsonaro faria caso fosse eleito presidente em 2018. De fato a ditadura chegou, mas pelas mãos de 2 ministros do STF: Barroso e Alexandre de Moraes”, declarou o deputado.
A afirmação de Eduardo vem após a publicação de seu pai, Jair Bolsonaro, que anunciou que irá pedir o impeachment de dois ministros do Supremo Tribunal Federal: Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que, ontem, determinou a prisão de Roberto Jefferson, que vinha incitando ações violentas contra o STF.
Eduardo Bolsonaro também usou as redes sociais para comentar o anúncio de seu pai, afirmando que os senadores terão oportunidades de pôr fim a prisões arbitrárias e ao que chamou de um “período de censura”.
“Só numa ditadura jornalistas e políticos são presos e pessoas censuradas em sua liberdade de expressão, por supostos crimes que sequer têm definição em lei”, endossou o deputado, afirmando que o processo de impeachment de Barroso e Moraes tem como base “contínuas violações de liberdades como a de expressão”.
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