Cúpula da Igreja Presbiteriana decide não afastar Milton Ribeiro
Ordem é ficar em silêncio sobre a prisão do pastor e ex-ministro Milton Ribeiro e aguardar os dedobramentos das investigações da Polícia Federal
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247 - A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil decidiu não afastar o ex-ministro e pastor Milton Ribeiro em meio ao escândalo em torno das investigações envolvendo um gabinete paralelo formado por pastores na intermediação para a liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mediante o recebimento de propinas.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, Roberto Brasileiro, pediu que os conselheiros fiquem em silêncio sobre o assunto e aguardem os possíveis desdobramentos em torno do caso que, segundo a reportagem, “desencadeou a maior crise na Igreja Presbiteriana do Brasil em décadas, segundo seus integrantes”.
Um dos filhos de Roberto Brasileiro, Gustavo Brasileiro, foi assessor especial de Milton Ribeiro no Ministério da Educação e pediu exoneração no dia 1 de abril, na mesma semana em que o ministro deixou o governo. Gustavo é pré-candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa de MInas Gerais pelo partido Novo.
Além da pressão interna, a cúpula da Igreja também considerou “decepcionante” a posição adotada por Jair Bolsonaro, que praticamente abandonou o ex-aliado após ele ser preso pela Polícia Federal, na última quarta-feira (22).
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