Cunha pede ao STF acesso a mensagens vazadas da Lava Jato
A defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, renovou o pedido após o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, autorizar o senador Renan Calheiros (MDB) a acessar as mensagens Vaza Jato
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247 - A defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, preso pela Lava Jato, voltou a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) em busca do compartilhamento do acervo da Operação Spoofing, que reúne mensagens vazadas entre integrantes da Lava Jato.
As mensagens da Vaza Jato comprovam a realização de diversos crimes dos integrantes da operação, em aliança com órgãos dos Estados Unidos, ministros do STF, políticos, entre outras coisas.
Cunha renovou o pedido após Ricardo Lewandowski autorizar Renan Calheiros a acessar as mensagens Vaza Jato.
A defesa do ex-presidente da Câmara argumenta que a “justificativa para o acesso às mensagens é comum aos três requerentes [Lula, Renan e Cunha], não havendo motivos para o tratamento diferenciado”.
TRF-4 revoga prisão de Eduardo Cunha
O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) revogou na quarta-feira, 28, a prisão de Eduardo Cunha. Com essa decisão, o político poderá deixar de utilizar tornozeleira eletrônica.
Houve uma revogação da ordem de prisão de Cunha, que era preventiva desde outubro de 2016, uma vez que ele não tinha ainda sido alvo de uma decisão colegiada condenatória. Para o relator do Tribunal, o tempo de prisão preventiva “ultrapassou o limite do razoável”.
Eduardo Cunha passou a cumprir a prisão domiciliar em março de 2020, quando, apesar de ter deixado a prisão, manteve algumas medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. A nova decisão permite que ele não use mais a tornozeleira. O ex-deputado continua com seu passaporte retido, estando impedido, porém, de deixar o país.
Nesta terça-feira, 27, a Justiça de Brasília aceitou denúncia oferecida pelo Ministério Público do Distrito Federal contra o ex-presidente da Câmara dos Deputados por participação em um suposto esquema de propinas para baixar impostos em combustíveis da aviação.
Junto de Cunha foram denunciados também o ex-vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, e outras cinco pessoas. Com a denúncia aceita, todos os citados passam a ser réus em processo por corrupção e lavagem de dinheiro.
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