Crise: assunto do momento após situações racistas, Carrefour emite comunicado na TV aberta

Dois clientes relataram ações racistas apenas no período feriado

Marido de Fabiana, da seleção de vôlei, acusa Carrefour de racismo | Professora negra tira a roupa em protesto contra perseguição racista no “Atacadão”, do grupo Carrefour
Marido de Fabiana, da seleção de vôlei, acusa Carrefour de racismo | Professora negra tira a roupa em protesto contra perseguição racista no “Atacadão”, do grupo Carrefour (Foto: Reprodução)


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247 - Duas ações racistas que ocorreram com o grupo Carrefour durante o feriado de páscoa causaram indignação e o nome do supermercado, desde então, não sai dos trends topics do Twitter. 

A professora Isabel Oliveira foi perseguida por um segurança durante meia hora ao fazer compras no supermercado Atacadão, que é do grupo Carrefour. A mulher se despiu e protestou contra o racismo.

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Já Vinícius de Paula, esposo da jogadora de vôlei da seleção Fabiana, também denunciou que sofreu uma ação racista em uma unidade do Carrefour em São Paulo.

Após os casos, o supermercado emitiu a nota abaixo apontando suas políticas de ações antiracistas. Veja:

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