Comissão julga anistia a filha que viu mãe ser torturada por Ustra

Com cinco anos de idade, Janaína e seu irmão Edson, então com 4 anos, foram levados para o Doi-Codi em São Paulo

Coronel Carlos Brilhante Ustra
Coronel Carlos Brilhante Ustra (Foto: Agência Brasil | Divulgação)


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247 - “A Comissão de Anistia irá julgar no próximo dia 28 o pedido da historiadora Janaína de Almeida Teles, que requer a condição de anistiada política e vítima da ditadura implementada pelos militares no Brasil”, informa o jornalista Ricardo Noblat em sua coluna no portal Metrópoles. 

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Noblat relata que “Janaína é parte de um capítulo do maior período da repressão na qual crianças filhos e filhas de opositores do regime eram também levados para presídios e alvos de sequestro por parte de agentes militares”.

“Com cinco anos de idade, Janaína e seu irmão Edson, então com 4 anos, foram levados para o Doi-Codi em São Paulo, no início de 1973, para verem a mãe, Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha, ser torturada em sessões comandadas pelo chefe da repressão da época, o então major Carlos Alberto Brilhante Ustra”, acrescenta. 

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