Comissão de Educação do Senado vira 'antessala' de CPI para investigar suspeitas de corrupção no MEC

Apesar de possuir poderes limitados, o colegiado já aprovou o convite para ouvir pelo menos 21 pessoas sobre as suspeitas de irregularidades na pasta

(Foto: ABr)


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247 - A Comissão de Educação do Senado vem funcionando como uma espécie de CPI na investigação das denúncias de irregularidades e das suspeitas de corrupção no Ministério da Educação (MEC) por meio da intermediação da liberação de verbas por pastores sem cargos na pasta indicados por Jair Bolsonaro. De acordo com o jornal O Globo, mesmo sem os poderes de uma CPI, o colegiado “já aprovou o convite de pelo menos 21 pessoas, além da convocação do ministro interino do MEC, Victor Godoy, que deverá ser ouvido na primeira semana de maio”.

A ideia do presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI), e de parlamentares da oposição é reunir elementos probatórios por meio de depoimentos e requerimentos de informações para que sejam encaminhados à Polícia Federal e ao Ministério Público. “O que nós vamos fazer é transformar a comissão na antessala da CPI. Tentar tocar as investigações e ouvir as pessoas do Ministério da Educação”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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Até o momento, já depuseram cinco prefeitos e o presidente do Fundo Nacional de Educação (FNDE), Marcelo Ponte, indicado para o cargo pelo indicado pelo ministro da Casa Civil e um dos líderes do centrão, Ciro Nogueira (PP-PI). 

Em paralelo, o senador Randolfe Rodrigues tenta recolher assinaturas para viabilizar a criação de uma CPI para investigar o caso. ”Até agora, ele reuniu 25 dos 27 apoios necessários para pleitear a instalação. Numa espécie de contra-golpe, os governistas conseguiram 29 assinaturas e ontem protocolaram um pedido de abertura de uma CPI também relacionada à educação, mas que mire as gestões petistas no MEC”, ressalta a reportagem.

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