Com Bolsonaro fora do poder, corregedor do TSE quer ouvir ex-ministros sobre reunião com embaixadores para atacar as urnas
Ex-ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira, e o ex-secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha, já foram intimados a prestar depoimento
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247 - O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, pretende ouvir até o dia 8 de fevereiro todas as testemunhas que constam da ação sobre a reunião que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) manteve com embaixadores e diplomatas estrangeiros, no dia 18 de julho do ano passado, para atacar as urnas eletrônicas e questionar o sistema eleitoral do Brasil. Na ocasião, Bolsonaro não apresentou provas sobre a existência das supostas fraudes alegadas por ele.
De acordo com o jornal O Globo, “já foram intimados a prestar depoimento o ex-ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira (PP), e o ex-secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha”.
Ainda segundo a reportagem, “no último dia de trabalhos do Judiciário antes do recesso, 19 de dezembro, prestou depoimento o então ministro das Relações Exteriores, Carlos França. O conteúdo da oitiva, porém, está em sigilo”.
Além desta, Bolsonaro é alvo de 14 outros processos que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por supostas irregularidades cometidas ao longo da campanha eleitoral de 2022. Se as acusações forem julgadas procedentes, Bolsonaro poderá perder os direitos políticos e ficar impedido de disputar cargos políticos por até oito anos.
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