CNJ suspende investigação de juíza que disse em sentença que réu é 'criminoso em razão da sua raça'

Conselho Nacional de Justiça suspendeu por 60 dias o processo que apura a conduta da juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba

(Foto: Reprodução)


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Do Metrópoles - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu, por 60 dias, o processo que apura a conduta da juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba (PR), que citou a raça de Natan Vieira da Paz, de 48 anos, negro, ao condená-lo a 14 anos de prisão.

O CNJ determinou, na última quarta-feira (12), que a Corregedoria-Geral da Justiça do Paraná investigue o caso. Segundo o Tribunal de Justiça do estado (TJPR), a corregedoria aguarda a manifestação da defesa prévia da magistrada para dar sequência ao processo. Ela tem 30 dias.

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A magistrada, que escreveu na peça que o homem “seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça”, terá suas sentenças revisadas por uma força tarefa da Defensoria Pública do Paraná. Ela pediu “sinceras desculpas” após o caso repercutir.

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