CNJ pode afastar Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, em fevereiro

Juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, é alvo de um procedimento por supostas "faltas disciplinares” em sua atuação à frente Lava-Jato no estado

Marcelo Bretas
Marcelo Bretas (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


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247 - Uma das primeiras atividades do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na reabertura dos trabalhos deste ano, no dia 13 de fevereiro, será analisar o procedimento administrativo disciplinar  que poderá resultar no afastamento do juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro.

“Uma vez confirmada a instauração do procedimento, será votado o seu afastamento. E a tendência é que ele acumule mais essa derrota”, diz o  jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo. 

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Bretas é investigado por supostas "faltas disciplinares” em sua atuação como o magistrado responsável pelas ações da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. O procedimento foi aberto pelo corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luis Felipe Salomão, em dezembro do ano passado. 

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