Centrais Sindicais se reúnem com Embaixada da China e pedem doação de vacinas
Lideranças sindicais brasileiras pediram a doação de vacinas por parte do governo chinês, dentro no Programa Nacional de Imunização e informações sobre como Wuhan deixou a crise de forma rápida
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247, com informações das Centrais Sindicais - O Fórum das Centrais Sindicais se reuniu na tarde desta sexta (5/3) com a Embaixada da China e fez um apelo para que o país ajude o Brasil no combate à pandemia. Os sindicalistas brasileiros pediram a doação de vacinas por parte do governo chinês para a população brasileira, dentro no Programa Nacional de Imunização, para que se possa atingir mais rapidamente a imunização no país.
O presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Antonio Neto, sugeriu também a realização de um seminário com representantes do governo e dos sindicatos de Wuhan sobre o sucesso que a cidade chinesa teve na condução da crise sanitária, tendo já retomado praticamente à normalidade.
“Precisamos de mais informações de como a gente pode sair da pandemia tão rapidamente como Wuhan saiu. Para que a gente possa divulgar no Brasil o que é preciso ser feito para interromper essa aceleração no número de mortes, quase 2.000 por dia, o que é um total absurdo. E para que a gente possa ajudar a convencer o povo brasileiro, especialmente os dirigentes sindicais e os trabalhadores, da importância do isolamento social, das máscaras, das vacinas”, disse Neto.
O ministro representante da Embaixada da China, Qu Yuhuy, prometeu levar as demandas ao governo chinês e reafirmou os laços de amizade entre os dois países.
“Vamos estudar sobre a doação de vacinas e transmitir esse pedido às autoridades chinesas. É uma questão muito sensível, que envolve aspectos jurídicos, diplomáticos e a saúde das pessoas. O seminário é uma boa ideia, vamos sugerir para a ACFTU se podemos organizar um workshop ou webnário, para trocar ideias e experiências. Claro que são países muito diferentes, todavia sempre há alguns pontos que podemos compartilhar e que provavelmente podem ajudar os nossos companheiros brasileiros”, afirmou Qu Yuhuy. “É um momento muito difícil, uma batalha que não vai ser vencida de um dia para o outro. Mas juntando os nossos esforços, pouco a pouco vamos chegar aonde queremos.”
Participaram da reunião Antonio Neto, da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Miguel Torres, da Força Sindical, Antonio Lisboa, da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Canindé Pegado, da UGT (União Geral dos Trabalhadores), José Reginaldo Inácio, da Nova Central Sindical de Trabalhadores, e Nivaldo Santana, da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).
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