Centrais sindicais dizem que minirreforma trabalhista é uma forma de escravidão
Lideranças dos trabalhadores protestam contra o corte de direitos
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247 - Os presidentes da Força Sindical e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Miguel Torres e Sérgio Nobre, viajaram a Brasília nesta quarta-feira (18) para uma rodada de reuniões com senadores com o objetivo de barrar a minirreforma trabalhista que foi embutida na medida provisória 1.045, já aprovada na Câmara dos Deputados e que agora passará pela análise do Senado.
A medida provisória cria o novo programa de redução de salário e jornada. Seu relator na Câmara, deputado Christino Áureo (PP-RJ), incluiu no texto uma minirreforma trabalhista que havia sido proposta pelo ministro Paulo Guedes em 2019 e perdeu validade no Congresso.
O texto muda normas da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), modificações que, na visão das lideranças das centrais sindicais, levarão à precarização das condições de trabalho. Seus representantes falam em volta da escravidão ao comentar a possibilidade de aprovação da MP, informa o Painel da Folha de S.Paulo.
Os sindicalistas protestam contra a retirada de direitos dos trabalhadores.
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