Cármen Lúcia manda PGR dizer se irá abrir investigação contra Bolsonaro no escândalo do MEC

Decisão da ministra foi dada em uma notícia-crime apresentada na semana passada pelo líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (MG)

Cármen Lúcia
Cármen Lúcia (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)


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247 - A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia mandou a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar se irá ou não investigar Jair Bolsonaro pela suspeita de envolvimento em um suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC) , além de tentar interferir nas investigações que resultaram na prisão do ex-ministro Milton Ribeiro. A decisão da ministra atende a uma notícia-crime apresentada pelo líder do PT na Câmara, Reginaldo Lopes (MG).

O pedido para que Bolsonaro fosse investigado no escândalo do MEC foi feito na quarta-feira da semana passada (22), pouco após a Polícia Federal deflagrar a  Operação Acesso Pago, que levou à prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Ribeiro foi solto no dia seguinte por determinação do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). 

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Ainda na sexta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) apontou indícios de vazamento da operação e "possível interferência ilícita por parte do presidente da República Jair Messias Bolsonaro nas investigações", o que levou o juiz federal Renato Borelli, responsável pelo processo, enviasse o caso para o STF em função do foro privilegiado do atual ocupante do Palácio do Planalto. 

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